Uma reportagem de Inês Dias*
A iniciativa “Parlamento dos Jovens” envolveu, ao longo do ano lectivo de 2007/2008, mais de 45 mil jovens do ensino básico e secundário. Na base está a ideia do desenvolvimento das capacidades participativas e argumentativas dos alunos e a sua envolvência no processo de construção da democracia e do exercício da cidadania. A Lisboa chegaram 122 alunos do ensino básico, vindos de todo o país, para, durante dois dias, debaterem os assuntos para que foram mandatados. Em Maio, nos dias 19 e 20, foram eles quem exerceu o grave poder de decidir o futuro em matéria de Ambiente, em nome dos colegas que deixaram atrás.
*Jornalista e fotógrafa da Escola Secundária das Laranjeiras, Ponta Delgada, São Miguel,
Açores.
Viagem ao Centro da Democracia
As Energias Renováveis e a Preservação do Ambiente levaram uma representação da Escola Secundária das Laranjeiras até à capital. Em questão estava o debate de ideias que se iria travar no Parlamento Nacional, nos dias 19 e 20 de Maio, entre jovens alunos do Ensino Básico. A iniciativa parte da acção conjunta da Assembleia da República, do Instituto Português da Juventude, do Ministério da Educação e das Secretarias Regionais da Educação e Juventude e visa dar a conhecer o funcionamento do Parlamento e incentivar a participação dos jovens na vida cívica e política.
O grupo açoriano chegou a Lisboa no dia 18 de Maio, pelas 13h30. Uma vez
ultrapassadas as dificuldades com as bagagens, era então altura de se proceder à instalação na Pousada da Juventude de Lisboa, na Rua Andrade Corvo. Ali ficariam alojados os representantes das Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. Depois, a tarde ficava livre para passeios e compras e o tempo de que dispunham foi bem aproveitado. Uma viagem a Lisboa e um passeio pelo Chiado.
Na fotografia, as alunas da Escola das Laranjeiras junto da
estátua de Fernando Pessoa, em frente ao café “A Brasileira”,
que o poeta frequentava.
A noite e a necessidade de voltar ao trabalho e aos acertos de detalhes para o dia seguinte obrigavam ao regresso à pousada. Maria Banha e Cláudia Cabral, acompanhadas pela Professora Gabriela Almeida, representariam, nas jornadas do Parlamento dos Jovens, a Escola Secundária das Laranjeiras, de Ponta Delgada, que integrava o círculo eleitoral dos Açores, juntamente com os deputados Rui Duarte e Graça Silva da Escola Secundária Manuel de Arriaga, da Horta, e Denise Leite e Carolina Vieira da EBS da Povoação, sendo Rui Duarte o porta-voz da bancada parlamentar açoriana.
A guarda de honra e a imponência do edifício assinalam a grandeza da experiência.
Pela manhã, um sol fraco e uma chuva miúda marcavam a ansiedade latente no início do grande dia. Ia-se agora defender publicamente o resultado do trabalho esenvolvido ao longo de vários meses. Os alunos das Regiões Autónomas ransportavam consigo a vantagem de uma experiência anterior, de que os jovens do ontinente não dispunham: a passagem pelas respectivas Assembleias Legislativas egionais, um mês antes. Não estavam, contudo, mais tranquilos. Sabiam que o trabalho era sério e os temas a debater da maior importância para a continuidade do planeta. A somar a isto, havia as responsabilidades de se actuar no centro das decisões políticas do país e de se ser representante dos colegas que os tinham elegido. O desafio era grande, mas o empenhamento era ainda maior.
Após a entrada na Assembleia da República, os círculos eleitorais foram divididos em quatro comissões, sendo os Açores integrados na 3ª comissão, juntamente com Beja, Faro, Setúbal e Lisboa.
A sessão começou com um discurso de boas vindas dirigido aos alunos e uma breve explicação sobre o processo de trabalho em que iriam estar envolvidos, proferido pelo deputado do PCP, João Oliveira. Depois, a apresentação dos Projectos de Recomendação, arrancou com o círculo eleitoral dos Açores, seguido de Beja, Faro, Lisboa e Setúbal. Durante o debate, os deputados tiveram oportunidade de colocar questões e defender os seus Projectos.
Os trabalhos da 3ª Comissão, constituída pelos círculos eleitorais dos Açores, Beja, Lisboa e Setúbal.
Enquanto decorria o debate, os jornalistas desfrutavam de uma visita guiada pelo edifício, durante a qual tiveram o privilégio de ficar a conhecer as seculares instalações e a história da Assembleia da República Portuguesa.
Entretanto, os trabalhos dos deputados prosseguiam a bom ritmo e os grupos viam as suas propostas ser submetidas a uma votação que tinha como propósito a elaboração do projecto que viria a ser apresentado pela 3ª comissão na Sessão Plenária,no dia seguinte. O período de votações foi extenso, e, após vários empates entre Lisboa e Setúbal, o projecto de Setúbal foi seleccionado como projecto-base. Chegava ao fim o primeiro dia na Assembleia da República. Mas, havia ainda um programa social e cultural a seguir: um jantar com todos os envolvidos e a peça de teatro Adolescentes na Hora H, pela Companhia de Teatro «O Dragoeiro».
Imagens da visita guiada ao edifício neoclássico de 1598, no qual a Assembleia
da República Portuguesa funciona, desde 1834 até aos nossos dias.
A terça-feira, dia 20 de Maio, estava destinada à Sessão Plenária, que decorreu na Sala do Senado. Sob a presidência de Ana Luísa Matos, de Aveiro, o dia começava com um discurso proferido pelo presidente da Assembleia da República, o açoriano Jaime Gama, que abordou as questões em análise. O estado actual do planeta em termos ambientais, a importância que as energias renováveis e a preservação do ambiente têm na actualidade e as condições privilegiadas que Portugal tem, em termos de recursos renováveis, foram destacados por Jaime Gama, que apontou ainda algumas medidas a tomar para aproveitamento dessas condições e destacou a urgência de se estabelecer o objectivo de combate à degradação do ambiente. Aproveitando a presença de jovens, falou-lhes também da democracia e da importância que têm programas como estes na aprendizagem e edificação dessa mesma democracia.
Iniciado o período antes da ordem do dia, deu-se a palavra às comissões, que colocavam duas questões elaboradas e votadas nas respectivas reuniões, no dia anterior. Terminado o período das perguntas, teve lugar a discussão dos projectos de cada comissão. De seguida, a votação das várias propostas conduzia ao Projecto Final.
O grupo de deputadosdo círculo dos Açores,durante a Sessão Plenária.
O Projecto Final será analisado pelos deputados da nação e, se as ideias forem consideradas boas e viáveis, no todo ou em parte, poderá vir a ser adaptado à legislação portuguesa. Como explicou, em conferência de imprensa, Miguel Tiago, vice-presidente da Comissão para a Educação e Ciência, “a ideia deste projecto não é os jovens fazerem política. Os jovens são parceiros do governo através das associações de estudantes. Este projecto é apenas uma experiência, um género de visita de estudo, para que fiquem a perceber como funciona o Parlamento. É evidente que o que estiveram aqui a fazer não vai para o lixo. Os deputados vão ter esses documentos como documentos de trabalho e devem tê-los em conta. Devem pegar nos pontos com os quais se identificam e levá-los a discussão.”
Para já, os alunos deixaram aos representantes do povo um trabalho em que se propõe, entre outras coisas, que o Estado apoie financeira e fiscalmente a aplicação de energias renováveis; a promoção da construção de edifícios energeticamente eficientes; a implementação de normas ecológicas e o uso de energias renováveis em edifícios públicos, nomeadamente escolas e hospitais; melhoria do serviço de transportes públicos; ou a utilização de recursos financeiros obtidos através das energias renováveis, produzidas em áreas deprimidas, como contrapartida para o desenvolvimento dessas mesmas áreas e para a promoção do ecoturismo. As decisões dos jovens deputados incluíam ainda questões como a necessidade de se tratar de forma eficiente os óleos das cozinhas ou os problemas resultantes do uso de amianto nas construções.
Chegava ao fim a experiência de participação cívica e democrática e os deputados podiam orgulhar-se do trabalho desenvolvido ao longo de dois dias. Dos discursos de despedida de todos os círculos eleitorais ficava a nota de que se tinha vivido uma experiência extraordinária e registava-se a satisfação de se ter participado da ideia da necessidade de defesa urgente do planeta Terra. A prová-lo, deixavam na Assembleia da República um Projecto Final, pronto para ser posto em prática pelos deputados adultos.
Aos alunos restava ainda um último convívio no almoço oferecido no claustro da Assembleia. Pela frente havia longas viagens de regresso a casa e a alegria de uma experiência muito gratificante para todos os participantes, pois este é um projecto em que os alunos têm oportunidade de defender e expressar as suas ideias e de compreender melhor o funcionamento da democracia em Portugal. A partida fez-se com a certeza de que a democracia passa por eles também.
Entrevista à Presidente da Mesa da Assembleia do Parlamento dos Jovens
Ana Luísa Matos desempenhou as funções de Presidente da Mesa do Parlamento dos Jovens 2008. Do seu percurso neste processo de participação das escolas na vida política, a aluna do Instituto Duarte Lemos conta como, no ano de 2007, quando estava no 8º ano de escolaridade,a sua participação se ficou pela sessão escolar do Parlamento de Jovens.
Este ano, participou pela primeira vez na distrital e garantiu a eleição para a presidência do órgão que comanda os trabalhos na Assembleia. Da escolha rotativa que é feita por entre os distritos do país, coube ao distrito de Aveiro a obrigação de eleger o Presidente da Mesa para 2008.
Ana Luísa Matos ganhou a votação feita pelos seus colegas deputados e desempenhou com orgulho o papel que lhe foi confiado.
Numa breve conversa no final das sessões, Ana Luísa mostrou-se feliz com esta oportunidade e destacou o quanto “é importante ver as coisas do outro lado e aprender um bocadinho do que sentem aqueles que trabalham na Assembleia da República”. Sobretudo, sabe que leva consigo a importância da experiência, em termos de “crescimento interior, enriquecimento e pelo contributo para um futuro melhor em problemáticas como a das energias alternativas, tão importantes para nós”.
Ricardo Rodrigues está na política desde 2000. Advogado de profissão, aceitou o convite do Governo Regional dos Açores, que integrou como Secretário Regional. Por gostar da política, ficou mais uns anos, explica. Desde 2005, é deputado do P.S. à Assembleia da República, eleito pelo Círculo Eleitoral dos Açores.
A deslocação do grupo de trabalho da Escola Secundária das Laranjeiras ao Parlamento dos Jovens foi uma oportunidade para uma breve entrevista a este deputado açoriano em Lisboa.
Inês Dias: Como surgiu a oportunidade de participar no Parlamento dos Jovens?
Ricardo Rodrigues: Bem, isso tem a ver com ser açoriano... Fui convidado por algumas escolas açorianas a ir lá – ainda no âmbito da discussão inicial que vocês têm, de eleição e a seguir à eleição fazem uma reunião... e fui convidado para ir a algumas escolas. Eu não sou da Comissão da Educação – é o deputado Fagundes Duarte, mas ele teve um problema de saúde, quando foi a sessão na Assembleia Legislativa Regional, e pediu-me para o substituir. Eu fui e assim surgiu a hipótese de estar convosco.
I.D.: Que balanço faz da sessão do Parlamento dos Jovens?
R.R.: Muito positivo. Eu conhecia a iniciativa, mas não conhecia os números envolvidos. Não sabia como era o processo, que eram eleitos os jovens candidatos e que formavam listas. Agora conheço os números. Sei que foram envolvidos mais de 45 mil jovens - o que é um número muito significativo. E isso para nós é muito importante: perceber e saber que os jovens estão envolvidos num processo democrático, ou seja, que há uma eleição e que depois dessa eleição são eleitos representantes… Um pouco como nós somos. Nós também somos eleitos e depois representamos o povo nacional e vocês são eleitos e representam os vossos colegas, quando aqui estão, na sessão do Parlamento dos Jovens.
I.D.: E qual é a sua opinião sobre o tema aqui discutido na Assembleia da República?
R.R.: O tema, desde logo, é muito interessante. As energias alternativas, hoje, são decisivas para o desenvolvimento sustentado de todo o planeta. Não podemos continuar num desenfreado crescimento económico, à custa de processos que são esgotáveis. E as energias alternativas constituem essa forma de sustentabilidade de todo o nosso planeta. Se tivermos em conta também o aquecimento global - porque a emissão de CO2 é um problema muito complicado para todo o mundo e para todo o planeta – esse tema é, por isso, um tema muito interessante. E, de facto, é de pequenino que se torce o pepino; ou seja, vocês, jovens, têm muito mais sensibilidade ambiental do que os mais velhos. Vocês são hoje jovens, amanhã serão adultos, e é importante que esteja aí essa sensibilidade e que continue desperta, no sentido de terem boas práticas no dia-a-dia, porque precisamos não só de poupar energia, mas de contribuir todos nós, e cada um de sua forma, para um desenvolvimento sustentado e duradouro do nosso planeta.
A Escola Secundária das Laranjeiras esteve presente na Assembleia da República nos dias 19 e 20 de Maio com o propósito de debater medidas no âmbito das energias renováveis.
A escola foi representada pelas deputadas Maria Banha e Cláudia Cabral e pela jornalista Inês Dias.
Os trabalhos consistiram na divisão dos círculos eleitorais em 4 comissões tendo os Açores ficado incluídos na 3ª comissão. Nessas comissões discutiram-se as medidas apresentadas por cada círculo eleitoral a fim de elaborar um projecto que seria apresentado na sessão plenária que teve lugar no dia seguinte (20 de Maio).
Na sessão plenária, após um período em que os “deputados” tiveram oportunidade de questionar os deputados da AR, deu-se o debate que levou à aprovação do projecto final.
Esta foi uma experiência muito gratificante para todos os participantes, pois é um projecto em que os alunos têm oportunidade de defender e expressar as suas ideias e compreender melhor o funcionamento da democracia em Portugal
Notícia postada por:
-Cláudia Portugal
Notícia elaborada por :
-Inês Dias
-Maria Banha
No dia 9 de Maio, os elementos do Clube Europeu da Escola Secundária das Laranjeiras deram aulas aos alunos do 7ºano sobre a União Europeia.
Falaram sobre as Instituições Europeias, os alargamentos da União Europeia e sobre os aspectos históricos e geográficos da Europa. Realizaram também jogos, no âmbito destes temas
Os alunos dos sétimos anos foram muito receptivos a esta comemoração e demonstraram muito interesse e participaram entusiasticamente, superando todas as expectativas.
Noticia elaborada por: Andreia Tavares
Notícia postada por: Diana Sousa
A língua como identidade e marca da história de cada nação e a posição da União Europeia face ao multilinguismo estiveram em análise na Escola Secundária das Laranjeiras. As questões relacionadas com este tema central no contexto da Europa actual foram abordadas, no passado dia 17 de Abril, numa palestra conduzida pelo eurodeputado Duarte Freitas, aquando de uma visita a esta escola.
Num espaço como o da União Europeia, onde, actualmente, existem 23 línguas oficiais, e num mundo globalizado, no qual é fundamental a aprendizagem de várias línguas, Duarte Freitas destacou a importância da capacidade multilinguística, afirmando-a como “uma forma de se compreender as várias culturas e combater o racismo e a xenofobia”.
O eurodeputado defendeu ainda que só o conhecimento da língua permite a verdadeira compreensão da cultura de um povo e terminou dizendo que “a aposta no multilinguismo é um meio de acrescentar valor cultural e económico (…) mas é, acima de tudo, um indutor de tolerância”.
No contacto com os alunos houve ainda tempo para que fossem abordados aspectos gerais sobre a União Europeia, tais como a sua criação, constituição e algumas datas importantes na sua história.
Notícia elaborada por:
-Inês Dias
-Maria Banha
Notícia postada por:
- Carolina Feliciano
No dia 7 de Abril, na Assembleia Legislativa Regional, na cidade da Horta, ilha do Faial, decorreu a fase regional do Parlamento dos Jovens. A delegação do ensino básico da Escola Secundária das Laranjeiras viu, em sessão plenária, o seu Projecto de Recomendação ser eleito o documento base de trabalho, o que fez com que as nossas medidas ficassem no Projecto de Recomendação do Círculo Eleitoral dos Açores.
Por consequência, as alunas Maria Banha e Cláudia Cabral, ambas do 9º G (com mais quatro elementos das escolas secundárias Manuel da Arriaga da Horta e da escola Povoação) irão defender na Assembleia da República, em Lisboa, o projecto regional já citado, nos dias 19 e 20 de Maio de 2008.
A convite do eurodeputado do PSE, Dr. Paulo Casaca, 4 alunas e a coordenadora do Clube Europeu da Escola das Laranjeiras tiveram oportunidade de viajar até Bruxelas, acompanhadas por um grupo de convidados. Este grupo incluía alguns alunos, professores, agricultores, pescadores, jornalistas e até um padre.
Esta viagem teve como objectivo dar a conhecer “in loco” o funcionamento da união europeia.
Após uma viagem cansativa, mas muito divertida chegaram ao hotel Íbis, situado junto à Gare du Midi.
No dia seguinte tiveram oportunidade de visitar as cidades de Gent e Bruges onde o passado e o presente se encontram.
Para cumprir o objectivo desta viagem o grupo visitou o Parlamento Europeu e assistiu a uma palestra presidida por uma comissária do parlamento europeu, sucedida por uma conferência com o Dr. Paulo Casaca. A seguir a uma fotografia de grupo, dirigiram-se à tribuna do Parlamento Europeu onde tiveram o privilégio de assistir a uma sessão presidida pelo Dr. Durão Barroso.
Depois de um almoço na cantina do PE, o grupo guiado por assessor do Dr. Paulo Casaca dirigiram-se à imponente Grand Place, ponto de partida para uma visita à cidade de Bruxelas. Durante a tarde tiveram oportunidade de deliciar-se com os caríssimos chocolates belgas e as deliciosas waffles enquanto apreciavam a beleza dos monumentos da capital belga.
Mais tarde jantaram com o Dr. Paulo Casaca no restaurante
No dia seguinte regressaram a suas casas enriquecidas culturalmente e muito agradecidas com esta experiência inesquecível e muito marcante.
Notícia elaborada por:
-Cláudia Cabral
-Diana Sousa
-Inês Dias
-Maria Banha
Noticia postada por:
-Beatriz Melo
-Diana Sousa
O clube europeu da Escola das Laranjeiras organizou pelo primeiro ano o projecto do Parlamento de Jovens do ensino básico.
Este projecto consiste em levar alunos das diversas escolas dos Açores à Assembleia Regional para viverem um dia na pele de deputados da assembleia. A sessão deste ano destina-se a debater medidas elaboradas pelos alunos sobre as energias alternativas e a prevenção do ambiente. Depois desta sessão o projecto de recomendação que sair vencedor irá ser debatido, novamente, na Assembleia da República, juntamente com os projectos de recomendação de escolas de todo o país (incluindo as regiões autónomas).
Envolvidos neste projecto estiveram Ana Cristina Botelho, Andreia Tavares, Beatriz Melo, Carolina Feliciano, Cláudia Cabral, Diana Sousa, Inês Dias, Maria Banha, Nuno Fernandes e Rodrigo Ferreira; e os alunos que foram eleitos para irem à Assembleia Regional foram Maria Banha, Cláudia Cabral, Inês Dias, Carolina Feliciano e Ana Cristina Botelho, todos da turma G do 9º ano de escolaridade.
O Clube Europeu da Escola Secundária das Laranjeiras em Visita ao Parlamento Europeu (Bruxelas)
O Clube Europeu da Escola Secundária das Laranjeiras deslocar-se-á a Bruxelas a convite do Eurodeputado Paulo Casaca e integrar-se-á na sua comitiva, entre os dias 10 e 13 de Fevereiro de 2008.
Tudo começou no dia 7 de Novembro de 2007, quando tivemos o privilégio de receber o Eurodeputado açoriano do Partido Socialista Europeu na abertura oficial do nosso clube, onde abordou alguns dos aspectos mais importantes da Europa e proporcionou a 4 membros do nosso clube esta viagem. Os membros do Clube que irão viajar com a sua comitiva são Cláudia Cabral, Diana Sousa, Inês Dias e Maria Banha, acompanhadas pela Coordenadora do Clube, a Prof. Gabriela Almeida.
Esta ida a Bruxelas, mais propriamente ao Parlamento Europeu, permitirá aos participantes conhecer “In loco” o funcionamento e a composição do órgão legislativo da União Europeia (eleito por sufrágio universal directo) e possibilitar aos intervenientes vivências e aprendizagens únicas.
Noticia Elaborada por: Diana Sousa
Noticia postada por: Andreia Tavares
Beatriz Melo
Cláudia Cabral
> Os trabalhos propostos em concurso deverão cumprir os seguintes requisitos:
- Ser original e da autoria do(s) participante(s);
- O logótipo deve ser feito numa folha A3;
> Serão tomados em conta os seguintes critérios:
- Criatividade;
- Originalidade;
- Aplicabilidade;
> As propostas podem ser realizados em grupos (máx. 3 pessoas)
> O logótipo tem de ser relacionado com a Europa e a Escola das Laranjeiras.
> Apenas pode ser apresentado um logótipo por grupo.
> O trabalho é para ser entregue no dia 30 de Janeiro ás 14:30 na sala 100.
Trabalho elaborado por: João Mendonça
Postado por: Andreia Simão
1.Objectivo do concurso
> O objectivo deste concurso é a criação de uma mascote para o Clube Europeu das Laranjeiras.
2. Âmbito do concurso
> O concurso é aberto para todas as turmas da Escola das Laranjeiras.
3. Exigências
> A mascote deverá ser de corpo inteiro, relacionado com a escola das Laranjeiras e a Europa.
> Se o desenho for feito à mão, torna-se necessário que o mesmo tenha sido elaborado em papel branco (A3), sem marcas de impressão alguma.
> Cada grupo/aluno pode apresentar no máximo duas propostas.
> No máximo cada grupo pode ter duas pessoas.
> Cada proposta deve ser identificada com o(s) nome(s) e a turma(s) do(s) participante(s).
> O trabalho deverá ser entregue ás 14:30 na sala 100, no dia 30 de Janeiro.